Archive for dezembro, 2009

estava a ler linier


que rapaz grandissimo!!!

http://autoliniers.blogspot.com/2009_10_01_archive.html

dezembro 22, 2009 at 6:17 pm Deixe um comentário

abrandonei a vida de designer de logos

na verdade nem comecei. engraçado. fotografo é uma profissão esquisita para mim. vejo cartier bresson e gosto muito. man ray é um dos melhores do século passado (tudo) e fez muita fotografia boa, mas fotografo no geral não tem bom gosto. ou eu não tenho, ou eu não dou para a coisa de fazer logotipos, para mim ótimo, sai perfeito, sem uma dobra ou curva errada, mas parece que para os outros (e os outros entendasse dois fotografos que curtiram minha “arte” [que merda é arte, estou pra descobrir], minha arte, se minha arte não é o que faço, o que será?) não dá certo, nunca correspondo as expectativas. Minha expectativa aora é: desenhar, desenhar que nem um condenado, um merda que sou (tendencias psicologistas) e desenhar, livremente, é simples, muito simples, sempre quis ser desenhista, desde criancinha, achava que assim poderia conquistar as mulheres, já meu tipo e papo não é muito contagiante. sim, acredite vocês, se desenhasse muito bem, conquistaria as donzelas sensiveis, todas as donzelas sensiveis :D . não é assim, mas foi por um periodo. não sei, acho que as melhores mulheres (pelo menos as que mais me amaram) foram conquistadas pelo meu desenho. acho que devo investir nisso, não é mesmo?

dezembro 21, 2009 at 12:15 am 2 comentários

A faculdade é um tempo terrivel para pessoas criativas.

Na escola e cursos o desleixo é menor e até aceitável e você, sujeito jovem, aceitava melhor o desleixo dos outros. Parece que na faculdade é permitido somente a mediocridade, assim como no trabalho. A mediocridade salva as finanças. Um emprego público nestes termos é belo. Aceita a condição do sujeito, que não é trabalho e produção, mas passagem do tempo. Um sujeito é passagem do tempo e as marcas que consegue pendurar nese periodo.

O tempo de faculdade está acabando. E quero que acabe. Não vejo a hora de poder voltar a desenhar, como antes, e quem sabe um pouco melhor. Não vejo a hora de ver esse capítulo da vida como de grande aprendizado, mas ainda assim como um periodo de prisão, acorrentamento.  Aprendizado, pois de tudo sobra um pouco. Mais o mais que aprendi é saber ficar quieto, saber que meu lugar é em mim mesmo, não nos outros.

Sinto que acaba, continuo a querer, nada me faz desistir. Me fizerams triste, feio e sujo, mas com muito pouco me reergi. Algum dinheiro, uma mulher, uma casa, um computador. Lição de  hoje: fazer para ter, não ter para fazer. E faço e vejo que meu desenho é desenho de folha pautada e não folha preparada, folha pautada, não pela delimitação das linhas, mas por ela existir fácil ao alcance das mãos. Sem rancor: isto é visto feio pelos acadêmicos: — O quê? Arte em papel escolar? com tinta esferográfica? Eu respondo: — Meu Brasil, vejamos nossas crianças, se tem lápis 2B e caderno de folha pautada podes fazer arte. É para as crianças que digo. Veja bem, não quero muito, só quero fazer arte.  E arte não se faz com ranimiller, se faz com alma, não se faz com papel das chinas, mas de guardanapo, entende? Arte não é o que se vende, mas o que se compra. Eu compro arte, vendo papel colorido. Quem vai querer?

Eu compro arte por muito pouco, alias, não compro: ganho. ganhei uma arte esses dias, mais bela que a mais bela das minha pinturas, postarei por aqui em brve. Chamei de “apropriação 1″. Vocês verão, é mais bela que a mais belas das coxas. Uma paisagem. O título pode ser “Paisagem, apropriação primeira”. Título para mim é uma coisa dificil, sempre acho que o primeiro é o melhor. Se for por esse termo, ficará então: “Apropriação 1″. Breve no google perto de você.

Beijo no coração.

LP

dezembro 11, 2009 at 6:49 pm 1 comentário


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