Programa de morte voluntária
Está aberto o programa de morte voluntária a qualquer um dos atuais viventes que possam religiosamente dispor da própria vida.
Em vista do adiamento do juízo final,e levando em consideração as condições insalubres em que os habitantes da terra vivem em decorrência da superpopulação, de maneira extraordinária e magnânima estamos novamente aceitando pedidos de morte voluntária. Tais pedidos estão restritos aqueles que:
Não tem para si designada nenhuma ação divina(como sustentar outra vida ou quelauqer outra, mesmo que não conhecida)
Possivelmente afetarão de forma negativa e irreversível a vida de outros que não se enquadrem nestes requisitos
Pode comprovar inutilidade aos desígnios por pelo menos um momento em sua vida (sendo momento uma unidade de medida de tempo que excede a capacidade de compreensão atual dos viventes)
Os pedidos serão aceitos apenas por reza em ambiente solitário, e apenas até dia 17/03/2011 13:00(GMT-3).
As respostas serão enviadas imediatamente a então os preparativos devem começar. Por ordem pre-definida pessoas morrerão de mau-súbito, enquanto outras pessoas que também foram selecionadas serão designadas para ajudar nos preparativos funerários, asssim sucessivamente até que apenas os que irão permanecer vivos estejam enterrando ou cremando seus antigos colegas de planeta.
Aos contemplados será garantido um julgamento semelhante ao de alguém que morreu por circunstâncias casuais, com o atenuante de o defunto ter tido o desprendimento de abrir mão de seus direitos como vivente assim facilitando a vida de quem realmente quer ou sabe apreciá-la.
Esperamos com isso que, num processo de uma semana, as nações possam entrar em comum acordo e viver os próximos 500 anos que restam a terra de maneira pacífica e fraterna. Caso esse cenário não se realize, a boa vontade dos restantes será colocada em discussão e o armagedom estará cogitado.
Devemos deixar claro que a propriedade da vida ainda é divina, e portanto é do divino o direito de criá-la ou destruí-la. Esse memorando trata apenas do atendimento a petições religiosas por misericórdia. Todos mandamentos, pecados, doutrinas, dogmas e afins continuam vigentes.
outubro 29, 2010 at 6:45 pm Dr. Ritalina Deixe um comentário
estava a ler linier
http://autoliniers.blogspot.com/2009_10_01_archive.html
dezembro 22, 2009 at 6:17 pm Luis Henrique Rodrigues Deixe um comentário
abrandonei a vida de designer de logos
na verdade nem comecei. engraçado. fotografo é uma profissão esquisita para mim. vejo cartier bresson e gosto muito. man ray é um dos melhores do século passado (tudo) e fez muita fotografia boa, mas fotografo no geral não tem bom gosto. ou eu não tenho, ou eu não dou para a coisa de fazer logotipos, para mim ótimo, sai perfeito, sem uma dobra ou curva errada, mas parece que para os outros (e os outros entendasse dois fotografos que curtiram minha “arte” [que merda é arte, estou pra descobrir], minha arte, se minha arte não é o que faço, o que será?) não dá certo, nunca correspondo as expectativas. Minha expectativa aora é: desenhar, desenhar que nem um condenado, um merda que sou (tendencias psicologistas) e desenhar, livremente, é simples, muito simples, sempre quis ser desenhista, desde criancinha, achava que assim poderia conquistar as mulheres, já meu tipo e papo não é muito contagiante. sim, acredite vocês, se desenhasse muito bem, conquistaria as donzelas sensiveis, todas as donzelas sensiveis
. não é assim, mas foi por um periodo. não sei, acho que as melhores mulheres (pelo menos as que mais me amaram) foram conquistadas pelo meu desenho. acho que devo investir nisso, não é mesmo?
dezembro 21, 2009 at 12:15 am Luis Henrique Rodrigues 2 comentários
A faculdade é um tempo terrivel para pessoas criativas.
Na escola e cursos o desleixo é menor e até aceitável e você, sujeito jovem, aceitava melhor o desleixo dos outros. Parece que na faculdade é permitido somente a mediocridade, assim como no trabalho. A mediocridade salva as finanças. Um emprego público nestes termos é belo. Aceita a condição do sujeito, que não é trabalho e produção, mas passagem do tempo. Um sujeito é passagem do tempo e as marcas que consegue pendurar nese periodo.
O tempo de faculdade está acabando. E quero que acabe. Não vejo a hora de poder voltar a desenhar, como antes, e quem sabe um pouco melhor. Não vejo a hora de ver esse capítulo da vida como de grande aprendizado, mas ainda assim como um periodo de prisão, acorrentamento. Aprendizado, pois de tudo sobra um pouco. Mais o mais que aprendi é saber ficar quieto, saber que meu lugar é em mim mesmo, não nos outros.
Sinto que acaba, continuo a querer, nada me faz desistir. Me fizerams triste, feio e sujo, mas com muito pouco me reergi. Algum dinheiro, uma mulher, uma casa, um computador. Lição de hoje: fazer para ter, não ter para fazer. E faço e vejo que meu desenho é desenho de folha pautada e não folha preparada, folha pautada, não pela delimitação das linhas, mas por ela existir fácil ao alcance das mãos. Sem rancor: isto é visto feio pelos acadêmicos: — O quê? Arte em papel escolar? com tinta esferográfica? Eu respondo: — Meu Brasil, vejamos nossas crianças, se tem lápis 2B e caderno de folha pautada podes fazer arte. É para as crianças que digo. Veja bem, não quero muito, só quero fazer arte. E arte não se faz com ranimiller, se faz com alma, não se faz com papel das chinas, mas de guardanapo, entende? Arte não é o que se vende, mas o que se compra. Eu compro arte, vendo papel colorido. Quem vai querer?
Eu compro arte por muito pouco, alias, não compro: ganho. ganhei uma arte esses dias, mais bela que a mais bela das minha pinturas, postarei por aqui em brve. Chamei de “apropriação 1″. Vocês verão, é mais bela que a mais belas das coxas. Uma paisagem. O título pode ser “Paisagem, apropriação primeira”. Título para mim é uma coisa dificil, sempre acho que o primeiro é o melhor. Se for por esse termo, ficará então: “Apropriação 1″. Breve no google perto de você.
Beijo no coração.
LP
dezembro 11, 2009 at 6:49 pm Luis Henrique Rodrigues 1 comentário
por quê?
Re-li, como re-leio ciclicamente meus posts antigos. eu gosto, eles me represnetam bem, mesmo sem as revisões necesários, ainda preciso get high with some help from my friend, ainda não sei quem será meu companheiro de cachça, ainda não sei se devo usar ritalina, litium, rivotril, prozac ou o último que eu não lembro o nome. meu corpo dói e eu ainda gostaria de escrever como se uma voz consciente estivesse ditando um texto semanticamente plausível. As pessoas somem ou perdem a importância, e a idade traz a vontade dessas pessoas, estive eu durante tantos anos como agora falando sozinho com certeza, sobre problemas conjugais, políticos e filosóficos. Aceitar uma vida medíocre é a resposta e eu sei, mas como se ainda comigo não estão as vantagens da tranquilidade e conforto, da falta de pretensão, do lugar no mundo. falar sobre suícidio com estranhos não é meu estilo de vida. todos meus posts antigos, no primeiro pseudo, no putero de sacola ou aqui mesmo mostram as mesmas deficiencias e aspirações que tenho desde que nasci. onde está meu padrinho? sou hoje uma mistura de um caduco com um junkie e um peão, nenhuma força espiritual, exatamente o contrário do q deveria. Uma fila interminável de carros de 50k que vejo pela janela me pergunta se eu deveria mesmo existir. pra terminar bem, descobri o amor, em vários níveis e possibilidades, quase sempre trazendo mais sofrimento. hoje procuro um novo psquiatra, talvez uma panacea, talvez o emplastro do sr Brás Cubas. talvez mais alguns meses nesses ciclo de posts vazios e lembranças desordenadas e alteradas. Desculpem-me, tudo e qualquer coisa. Qualquer um pode afirmar assim como eu bato no peito agora e digo que a culpa é mesmo minha.
agosto 12, 2009 at 12:53 pm Dr. Ritalina Deixe um comentário
s/ título
as vezes chega a noite.
as vezes sonhar cansa.
as vezes cantar baixinho, só para o ouvido.
as vezes chegar em casa e dormir.
as vezes não pensar nas desilusões.
as vezes estar cego e não ver.
as vezes estar tão cego que imaginação voa longe, longe.
E enxerga coisas impossiveis, de cor e forma, de sabor e veracididade.
- Mas é só sonho, não machuca.
Machuca o coração que ama e não sabe amar.
Machuca o coração que sonha amor, e não sabe amar.
Machuca o coração que canta baixinho e ouvi tosses, não da platéia, do vizinho.
Sabe amar o que sozinho se contenta, mas não está só.
março 12, 2009 at 3:26 am Luis Henrique Rodrigues Deixe um comentário
Blog de amigo
Blog do amigo Ricardo : http://quitandaliteraria.blig.ig.com.br/
março 4, 2009 at 7:04 pm Luis Henrique Rodrigues Deixe um comentário
Quem seria meu companheiro de cachaça? Será que preciso mesmo de um amigo?
fevereiro 11, 2009 at 5:58 pm Dr. Ritalina Deixe um comentário
Sorte de hoje:
Jogue com esses números na loteria: 5, 12, 39, 43, 62, 87
janeiro 25, 2009 at 12:51 pm Luis Henrique Rodrigues 1 comentário
Sorte de hoje:
Conhecimento é a única virtude, e ignorância o único vício
janeiro 24, 2009 at 1:33 pm Luis Henrique Rodrigues Deixe um comentário
É preciso saber viver
Segundo Roberto Carlos: ” É preciso saber viver”. Viver é preciso. “Navegar é preciso, viver não é preciso”. Viver não é como navegar, onde seguindo as rotas, chegamos às Índias. Viver é como estar num rio, seguir o curso, é como ser um rio. É com ter uma nascente, ser a nascente, estar nascendo o tempo todo. Sua mãe é a terra, seu pai, o mar. Desenboca no mar meu filho, sem pressa. Com exatidão de uma pena a flutuar. Estais a desenbocar no mar todo o dia, o tempo todo; assim como estais a nascer, na nascente, o tempo todo, sem intervalo. Saiba estar e respirar, aconteça o que acontecer. Saiba estar presente no sonho, e sentir-se respirando no dia. Sem pressa. Olhe, sem preguiça, sinta, com prazer. Cultive a virtude, mate os vícios por falta de rega. Não regue os vícios. Esteja só para estar consigo. Leia a Bíblia. Leia poesia. Tenha um poeta preferido ( o meu é drummond ). Escolha outro poeta preferido ( ainda procuro ). Ainda procuro, mas sem procurar. Se olho pra frente: acho; se olho pro lado: me perco. Escrevo pela vontade de escrever e pela vontade de ser lido. Vivemos pela vontade de viver e pela vontade de ser vivido. Ame o prazer do amor do outro. Ame o prazer do amor. Ame o prazer. Ame.
janeiro 23, 2009 at 3:38 pm Luis Henrique Rodrigues Deixe um comentário
um mal necessário, um bem despresável?
o fluido do amor solitário é o q sustenta a internet, e a internet é o q conecta o mundo

janeiro 21, 2009 at 2:56 pm Luis Henrique Rodrigues 5 comentários

